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11 de ago de 2017

Comissão da Câmara aprova Distritão para eleições de 2018 e 2020

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A comissão especial da Câmara que analisa a reforma política aprovou na madrugada de hoje (10) um destaque que modificou o texto-base aprovado na noite de ontem (9) da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03 e alterou o sistema eleitoral para as eleições de 2018 e 2020, que passará a ser feita pelo chamado distritão. Por esse sistema, serão eleitos os candidatos mais votados para o Legislativo, sem levar em conta os votos recebidos pelo conjunto dos candidatos do partido, como é o sistema proporcional adotado atualmente.

O texto apresentado originalmente pelo deputado Vicente Candido (PT-SP), mantinha o sistema eleitoral atual para 2018 e 2020 e estabelecia que o sistema de voto distrital misto, que combina voto majoritário e em lista preordenada, deve ser regulamentado pelo Congresso em 2019 e, se regulamentado, passa a valer para as eleições de 2022.

A mudança foi aprovada por 17 votos a 15, em destaque do PMDB, com apoio das bancadas do DEM, do PSDB, do PSD e do PP e o distritão seria um modelo de transição ao distrital misto, que valeria a partir de 2022, mantendo a necessidade de regulamentação pelo Congresso.

“Nós precisamos de um tempo para montar a distribuição dos distritos no Brasil. E o ‘distritão’ caminha para esse novo sistema, quebrando com o sistema proporcional que gerou um desgaste enorme até hoje”, disse o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ).

O deputado Marcus Pestana (PSDB-MG) considera a mudança de modelo na votação para o Legislativo essencial. “O modelo atual está esgotado. Não dá para fingir que está tudo bem e continuar com o sistema atual, vamos de ‘distritão’ na transição para um sistema misto mais elaborado e transparente a partir de 2022”, disse.

Oposição
A deputada Maria do Rosário (PT-RS) considerou o distritão “um modelo elitista, no qual prepondera a presença individual, quando o Parlamento é, por natureza, coletivo na sua atribuição”.

O líder da Rede, deputado Alessandro Molon (RJ), argumentou que nada impede que a transição seja o modelo proporcional. “Não é verdade que adotar o distritão seja uma transição, o maior risco é que se torne permanente com a eleição de um Congresso em 2018 completamente diferente do atual e que dificilmente vai regulamentar o distrital misto”, disse.

O presidente da comissão que analisa a proposta, deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), adiou a votação dos destaques de bancada que ainda não foram analisados para as 10 h desta quinta-feira.

Fonte: Com Agência Brasil
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9 de ago de 2017

TRE do Pará cassa mandato do deputado Wladimir Costa

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Parlamentar é acusado de ter recebido dinheiro 'oriundo de fontes não declaradas' para a campanha à Câmara dos Deputados, em 2014; decisão não implica em afastamento imediato pois ainda cabe recurso ao TSE.


BELÉM - O deputado federal paraense Wladimir Costa (SD-PA) teve o mandato cassado por unanimidade pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) paraense na manhã desta sexta-feira.

A corte eleitoral o acusa de ter recebido dinheiro "oriundo de fontes não declaradas" para a campanha dele à Câmara dos Deputados, em 2014. Ele também teria omitido da Justiça Eleitoral o montante de R$ 410.800 de sua declaração de valores recebidos para a campanha. A decisão, no entanto, não implica no afastamento imediato de Costa da Câmara. Isso só poderá ocorrer se ele perder o recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando então seria declarado inelegível por oito anos, além de perder do mandato.

O advogado do deputado, Mauro Santos, afirmou ao Estado que acionará o TSE dentro dos próximos 30 dias. “Eu observei alguns erros nessa votação que deixarei para explorar no recurso ao TSE", disse Santos.

Para ele, contudo, a relatora do processo, a juíza federal Lucyana Daibes Pereira, que também atua no tribunal eleitoral, apresentou um voto que foi capaz de convencer os outros cinco juízes pela cassação do mandato do deputado. "A votação por 6 a 0 sempre representa um problema no julgamento de um recurso ao TSE. Espero que as falhas sejam determinantes para que o deputado seja absolvido”.

Recentemente, Costa protagonizou dois episódios inusitados na Câmara: no primeiro, durante a votação para abertura do processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff, em abril, apareceu na tribuna enrolado na bandeira do Pará, além de explodir no local um bastão de confetes.

O segundo ocorreu no mês passado, durante a votação, na Comissão de Ética da Câmara, pela cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha, de quem ele era ferrenho aliado. Depois de encaminhar a votação contrária à cassação, o deputado surpreendeu a todos com seu voto decisivo a favor do afastamento de Cunha.

Fonte: Política Estadão
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7 de ago de 2017

Mensagens de Cunha para Hugo Motta foram interceptadas pela PF

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Um relatório da Polícia Federal produzido a partir de mensagens capturadas do telefone do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso no âmbito da Lava-Jato, mostra que os tentáculos do político alcançavam as mais diversas áreas.

O ex-deputado influenciava nomeações para cargos públicos, distribuição de propina para o PMDB e até vagas de internação de hospitais do Rio. Quando o assunto era o pagamento de vantagens indevidas, ele se garantia. “Chegou! Valeu. Agradeça lá”, escreveu o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), também preso, em mensagem de 2012. “Claro, não tinha dúvidas. Aqui se atrasa, mas não falha”, responde Cunha.

O diálogo foi um dos muitos em que Cunha e Alves acertam suposto pagamento de propina, muitas vezes oriunda de empreiteiras. No dia 15 de agosto de 2012, Alves havia cobrado o pagamento de propina que viria da Carioca Engenharia, segundo a interpretação dos investigadores. Aparentemente, a cobrança deu certo, porque o agradecimento foi repassado a Cunha no dia seguinte.

As trocas de mensagens foram feitas ao longo de 2012 e estavam no celular de Cunha, que foi apreendido pela PF em buscas feitas em dezembro de 2015. O relatório foi concluído em dezembro de 2016 e enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Somente agora foi retirado o sigilo do documento. O material será encaminhado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que poderá juntá-lo a inquéritos que já estão em curso na Corte.

Em outros diálogos, Cunha aparece dando orientação para que outros parlamentares atuem por ele em medidas provisórias.

Em 2012, Cunha mandou mensagem para o deputado Hugo Motta (PMDB-PB) para atuar em nome dele. “Acredita-se que o ex-parlamentar (Cunha) utilizaria, supostamente, do deputado Hugo Motta, também do PMDB, para interceder na MP 561”, diz o relatório da PF. Na mensagem, Cunha digitou: “Vou pôr uma emenda para vc assinar que é do veto da 561”. Motta respondeu: “Ok, aguardo. Abs!!!”.

Em outra ocasião, uma assessora de Cunha chamada Claudia Medeiros enviou ao chefe um e-mail com uma minuta de requerimento e o questiona sobre a possibilidade de envio ao deputado Hugo Motta para assinatura. A mensagem foi em agosto de 2012. “Posso mandar para o Hugo Motta assinar?????”, diz a mensagem da assessora.

O requerimento era para o Ministério de Minas e Energia enviar informações sobre a parceria da Petrobras Bio Combustível com a Açúcar Guarani SA e o Grupo Tereos. Para a PF, o requerimento foi apenas enviado para Hugo Motta assinar. Motta informou que não se lembrava especificamente do assunto, mas que era comum conversar com os colegas sobre atividade parlamentar.

EMPENHO PARA NOMEAR ALIADOS
O relatório da PF também conta como Eduardo Cunha influenciava a nomeação de aliados em cargos públicos. “Informações levantadas ao longo de análises desenvolvem a hipótese de Eduardo Cunha fazer uso da função parlamentar para viabilizar esquemas ilícitos que o favoreciam. Para manter esquemas utilizando a função política, o ex-deputado se empenhava em controlar cargos estratégicos através de indicação política. Para tal finalidade, exercia pressões no governo em conjunto com sua base de aliados”, dizem os investigadores

Em troca de mensagens com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), Cunha reclama de nomeações recentes e diz que não saiu a da Caixa Econômica Federal. “Saiu no DO já a nomeação do BNDES e não nosso nome. Saiu Conab também e nada de CEF”, reclamou Cunha. “Vamos falar com Palocci. Saiu o q na Conab?”, indagou Jucá. “PTB. Não é nosso. Nosso não sai nada, é incrível”, disse Cunha. E Jucá: “Vamos agir”.

Em outra conversa, Cunha pergunta se Jucá esteve com Edison Lobão, que, na época, era ministro de Minas e Energia. Jucá confirma que estava com ele naquele momento, e Cunha lembrou: “Não esquece internacional e biodiesel”. Jucá respondeu: “Conversamos. Ficou de cobrar as indicações com Palocci”. A PF afirma que, “quando se referiu a ‘internacional e biodiesel’, acredita-se que Eduardo Cunha fazia menção à Diretoria Internacional da Petrobras e à empresa subsidiária Petrobras Combustível. Essa conclusão advém do contexto de que a Petrobras e suas subsidiárias são vinculadas ao Ministério de Minas e Energia, no qual Edison Lobão ocupava cargo máximo”.
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Segundo o relatório da PF, a Diretoria Internacional da Petrobras era cargo indicado da cota do PMDB, e Jorge Zelada o exerceu de 2008 a 2012.

Fonte: O Globo
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Lula vem a Paraíba e receberá título honoris causa na UFPB este mês

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O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) deverá visitar a Paraíba nos dias 26 e 27 de agosto, como parte de um tour de visitas entre cidades e capitais do nordeste brasileiro. Entre as atividades programadas, está o recebimento do título de doutor honoris causa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e o comparecimento em atos políticos pelas cidades do estado.

No sábado (26), Lula deve chegar em João Pessoa para, às 19h, o recebimento do título de Doutor Honoris Causa da UFPB, seguido por ato político de filiação ao PT com apresentação cultural.
No domingo (27), o ex-presidente segue para Campina Grande pela manhã e participa de ato às 10h até o meio dia.

A programação completa foi divulgada no diretório municipal do partido. As reuniões de organização nos grupos de movimentos sociais já foram iniciadas.


Confira a programação completa do presidente pelo Nordeste:

Quinta-feira, 17 de agosto de 2017 (Dia 01)
15h00 – Embarque para Feira de Santana (Previsão de 2 horas de voo)
17h00 – Desembarque em Feira de Santana
19h00 – Ato de Defesa das Politicas Públicas para o Semiárido e Agricultura familiar
Pernoite em Feira de Santana

Sexta-feira, 18 de agosto de 2017 (Dia 02)
Deslocamento para Cruz das Almas (80km, 1h20 de estrada)
10h00 – Recebe Título de Doutor Honoris Causa (UFRB)
12h30 – Almoço (Com Reitor e prefeito)
15h00 – Festival de Juventude
Deslocamento para São Francisco do Conde (115km, 1h15 de estrada)
19h00 – Unilab (Colação de Grau) – Ex-presidente Lula Patrono dos alunos
Deslocamento para Salvador (55km, 1h00 de estrada)
Pernoite em Salvador

Sábado, 19 de agosto de 2017 (Dia 03)
08h00 – Imprensa
10h00 – Ato de Lançamento da 3° Fase do Memorial da Democracia
13h00 – Almoço com Governador
Reuniões políticas (Jaques e Rui)
Pernoite em Salvador

Domingo, 20 de agosto de 2017 (Dia 04)10h00 – Deslocamento para Estância (255km, 3h30)
13h00 – Almoço na estada (Metade do Caminho – Antes de Conde – BA)
16h00 – Chegada em Estância
Ato de recepção no Sergipe
19h00 – Deslocamento para Aracaju (70km, 1h10)
Jantar com Márcio Macedo e convidados
Pernoite em Aracaju

Segunda-feira, 21 de agosto de 2017 (Dia 05)
09h00 – Deslocamento para Lagarto (81km, 1h20)
10h00 – 12h00 – Título de Doutor Honoris Causa (Universidade Federal do Sergipe)
13h00 – Deslocamento para Itabaiana (42km, 50min)
14h00 – Almoço com Presidente da Assembleia Legislativa do Sergipe e convidados
17h00 – Deslocamento para Nossa Senhora da Glória (62km, 1h)
19h00 – Ato
21h00 – Deslocamento para Aracaju
Pernoite em Aracaju

Terça-feira, 22 de agosto de 2017 (Dia 06)
Imprensa (Rádio / TV Record)
10h00 – Visita ao Conjunto Habitacional José Eduardo Dutra
Atividade com mulheres catadoras de aratu/mangaba
13h00 – Almoço no ônibus
Deslocamento para Penedo (122km, 2h20 de estrada)
16h00 – Atividade na recepção no Porto de Penedo – Travessia do Rio São Francisco – Chegada de Barco
Deslocamento para Arapiraca (72km, 1h20)
Pernoite em Arapiraca

Quarta-feira, 23 de agosto de 2017 (Dia 07)
Imprensa
10h00 – Recebe título de Doutor Honoris Causa da UNEAL
12h30 – Almoço
16h00 – Ato
Deslocamento para Maceió (132km, 2h10)
Jantar com governador Renan Filho
Pernoite em Maceió

Quinta-feira, 24 de agosto de 2017 (Dia 08)
Imprensa
12h30 – Almoço
14h00 – Deslocamento para Recife (260km, 4h00)
19h00
– Ato de filiação de dirigentes sindicais cutistas ao PT (com presença
de prefeitos, parlamentares e dirigentes do PT) – Sindicato dos
Bancários
Pernoite em Recife

Sexta-feira, 25 de agosto de 2017 (Dia 09)Imprensa
10h00 – Visita ao museu Luiz Gonzaga / Visita a Brasília Teimosa
13h00 – Almoço
17h00 – Ato na Parque Dona Lindú
Jantar
Pernoite em Recife

Sábado, 26 de agosto de 2017 (Dia 10)
Deslocamento para Porto de Suape (53km, 1h10)
11h00 – Ato dos trabalhares em Defesa da Indústria Petroquímica e Naval – Abreu e Lima – denúncia dos desmontes
13h00 – Almoço no ônibus
Deslocamento para João Pessoa (170km, 2h50)
19h00 – Recebimento do Título de Doutor Honoris Causa da UFPB
Seguido de ato político de filiação ao PT com apresentação cultural
Pernoite em João Pessoa

Domingo, 27 de agosto de 2017 (Dia 11)
08h00 – Deslocamento para Campina Grande (133km, 1h40)
10h00 – Ato
12h00 – Almoço no ônibus
Deslocamento para Currais Novos (206km, 3h15)
17h00 – Ato
Pernoite em Currais Novos

Segunda-feira, 28 de agosto de 2017 (Dia 12)
Imprensa
10h00 – Deslocamento para Mossoró (201km, 2h50)
13h00 – Almoço
18h00 – Ato
Pernoite em Mossoró

Terça-feira, 29 de agosto de 2017 (Dia 13)
Imprensa
09h00 – Deslocamentbbo para Quixadá (242km, 4h)
13h00 – Almoço
16h00 – Atividade com médicos e juventude
Pernoite em Quixadá

Quarta-feira, 30 de agosto de 2017 (Dia 14)
Imprensa
08h00 – Deslocamento para Juazeiro (326km, 5h)
13h00 – Almoço
16h00 – Ato no CRAJUBA
Pernoite em Juazeiro do Norte

Quinta-feira, 31 de agosto de 2017 (Dia 15)
Imprensa
Visita a Capela do Socorro
10h00 – Deslocamento para Ouricuri (137km, 2h10)
12h30 – Almoço
16h00 – Ato
Deslocamento para Marcolândia (96km, 1h40)
Pernoite em Marcolândia

Sexta-feira, 01 de setembro de 2017 (Dia 16)
Imprensa
10h00 – Atividade Energia Eólica
12h00 – Almoço no ônibus
Deslocamento para Picos (100km, 1h40)
16h00 – Ato
Pernoite em Picos

Sábado, 02 de setembro de 2017 (Dia 17)
Imprensa
10h00 – Visita a produção de agricultura
13h00 – Almoço no ônibus
Deslocamento para Teresina (326km, 5h)
Jantar com empresários e lideranças políticas
Pernoite em Teresina
Domingo, 03 de setembro de 2017 (Dia 18)
Imprensa
10h00 – Ato
13h00 – Almoço
Deslocamento para São Luís (De avião, 1h de voo)
Jantar com governador Flávio Dino
Pernoite em São Luís

Segunda-feira, 04 de setembro de 2017 (Dia 19)
Imprensa
Deslocamento para Itapecuru Mirim (117km, 1h40)
11h00 – Visita ao assentamento Cristina Alves
13h00 – Almoço no
Deslocamento para São Luís (117km, 1h40)
17h00 – Ato
Pernoite em São Luís

Terça-feira, 05 de setembro de 2017 (Dia 20)
10h00 – Embarque para São Paulo

Fonte: Click Pb
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4 de ago de 2017

Prazo para inscrição do Selo UNICEF é PRORROGADO

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As inscrições podem ser feitas até 31 de agosto. Iniciativa estimula e reconhece melhorias em políticas direcionadas a crianças e adolescentes 

Os municípios paraibanos que ainda não se inscreveram no Selo UNICEF – Edição 2017-2020 têm uma nova chance até o próximo dia 31 de agosto. Mais de mil municípios brasileiros do Semiárido e Amazônia já se inscreveram. Entre eles, 89 do Semiárido paraibano. Mas ainda existem 122 municípios no Estado que podem aderir ao Selo. A iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estimula a gestão municipal a implementar políticas públicas para garantir os direitos das crianças e dos adolescentes. Os documentos para a inscrição podem ser acessados em www.selounicef.org.br. O UNICEF recomenda que os municípios não deixem a inscrição para a última hora.

Ao aderir ao Selo UNICEF, os municípios inscritos devem investir em ações para melhorar a oferta e a qualidade de serviços de saúde, educação, assistência social e participação, visando produzir impactos reais e positivos na vida de crianças e adolescentes. O UNICEF capacita os gestores municipais e define os indicadores que ajudarão a monitorar os resultados das ações. 

Na edição de 2013-2016 foram certificados 32 municípios paraibanos: Aparecida, Bananeiras, Bayeux, Bernardino Batista, Bom Jesus, Cabaceiras, Cabedelo, Campina Grande, Cubati, Cuité, Damião, Dona Inês, Emas, Esperança, Frei Martinho, Juru, Lucena, Mogeiro, Monteiro, Nazarezinho, Nova Palmeira, Ouro Velho, Picuí, Pombal, Santa Helena, Santa Inês, Joca Claudino, São Francisco, São José dos Cordeiros, São Mamede, Solânea e Taperoá. 


Quem pode se inscrever
Podem aderir ao Selo os municípios localizados em nove Estados do Semiárido (Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) e nos nove Estados que compõem a Amazônia (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins).

Resultados concretos
Na edição 2013-2016, o Selo UNICEF recebeu 1.745 inscrições de municípios na Amazônia e no Semiárido. Mesmo diante de desafios econômicos e sociais, 504 municípios brasileiros foram certificados pelo Selo UNICEF, apresentando melhoria em diferentes indicadores, muitas vezes com desempenho superior à média nacional.

“Os resultados aparecem para quase todos os municípios que participam, não apenas para aqueles que são certificados. A certificação é um reconhecimento àqueles que melhoram mais do que a média”, explica o representante do UNICEF no Brasil. 

Além dos 504 municípios certificados na última edição, outros 448 municípios concluíram todas as etapas da iniciativa e, mesmo não atingindo todas as metas para conseguir a certificação, registraram avanços significativos para infância e adolescência. 

Tanto os municípios certificados quanto aqueles que cumpriram todas as etapas (no total, 952 municípios avaliados) realizaram ações concretas e conseguiram melhorar indicadores sociais em áreas como saúde, educação, proteção e participação social.

Resultados da Edição 2013-2016
Redução da mortalidade infantil: De 2011 a 2014, a taxa de mortalidade infantil caiu 5,2% no Brasil. Nos municípios certificados pelo Selo UNICEF em 2016, a queda foi de 8,1% no Semiárido e 9,8% na Amazônia. A queda se deve a um conjunto de medidas adotadas por esses municípios, como o aumento do acesso ao pré-natal. 

Acesso e permanência na escola: De 2012 a 2015, a taxa de abandono no ensino fundamental caiu 34% entre os municípios certificados pelo Selo no Semiárido e 18,9% entre os da Amazônia, enquanto no Brasil a redução foi de 26% (de 2,4% para 1,7% no mesmo período).

Enfrentamento do trabalho infantil e da violência sexual: No Semiárido, 491 municípios realizaram ações de informação e comunicação de prevenção à violência sexual e 451 ao trabalho infantil. Na Amazônia, 147 municípios realizaram campanhas de combate ao trabalho infantil e 134 realizaram projetos voltados ao atendimento de medidas socioeducativas em meio aberto, incluindo capacitação de equipes e serviços de referência. 

Participação social: Ao todo, 525 municípios participantes do Semiárido criaram Núcleos de Cidadania dos Adolescentes (NUCAs), envolvendo 11.500 meninos e meninas, que se tornaram mobilizadores de outros adolescentes. Na Amazônia, foi criada a rede Juventude Unida pela Vida na Amazônia (JUVA), que realizou quatro encontros regionais, mobilizando mais de 10 mil crianças e adolescentes.

Sobre o UNICEF – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Com seus parceiros, trabalha em 190 países e territórios para transformar esse compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente seus esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.


Redação Desterro1 Informações da Assessoria
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1 de ago de 2017

Protestos de caminhoneiros bloqueiam rodovias em três estados

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Caminhoneiros fazem na manhã desta terça-feira bloqueios de rodovias em  três estados em protesto contra o aumento de combustíveis e a insegurança nas estradas. Os bloqueios ocorrem no acesso ao porto de Santos (SP), na BR-381, em João Monlevade (MG) e na BR-262, em Viana (ES).


Em Santos, a paralisação que ocorre no acesso ao porto tem reflexo na rodovia Anchieta, pois a alça de acesso ao porto na altura do quilômetro 64 está fechada. O bloqueio causa congestionamento entre os quilômetros 59 e 64, pois os caminhoneiros ocupam a faixa da esquerda, segundo a concessionária Ecovias.

Em João Monlevade, a paralisação ocorre no quilômetro 361, e a passagem de carros de passeio está sendo permitida, segundo a Polícia Federal. A interrupção do tráfego no Espírito Santo ocorre na cidade de Viana, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

Para o presidente da União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam), José Araújo da Silva, a categoria decidiu fazer a paralisação por conta própria, por que está sem condições de trabalho por causa da menor presença da Polícia Rodoviária nas estradas após o corte de verbas realizado neste mês e a alta do PIS/Cofins sobre combustíveis há duas semanas. “O aumento do diesel foi a gota d’água”, diz.

O presidente afirma que a Unicam, não convocou as manifestações e nem concorda com o bloqueio nas estradas, mas apoia as manifestações. Outra entidade do setor, o Sindicato dos Transportadores de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque-MG), também apoia as manifestações em Minas Gerais, mas a recomendação é de fazer protesto de forma pacífica, sem bloqueio, segundo informou a entidade.

Arquivado em:Economia - Veja.com
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28 de jul de 2017

GOLPE ZEROU INVESTIMENTOS E IRÁ GERAR CLAMOR DO PIB POR DESENVOLVIMENTO

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O corte anunciado nesta quinta-feira nas verbas do Programa de Aceleração do Crescimento revela o óbvio: o Brasil pós-golpe está literalmente quebrado; o desastre começou em 2015, quando o senador Aécio Neves (PSDB-MG), recordista de inquéritos na Lava Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), condenado a quinze anos de prisão, e Michel Temer, primeiro ocupante da presidência denunciado por corrupção, se uniram para sabotar o Brasil com a política do "quanto pior, melhor"; depois de quebrar o Brasil para assaltar o poder, continuaram quebrando o País, com aumentos salariais para o funcionalismo e emendas para parlamentares, para manter o poder que haviam roubado; agora, com o Brasil à míngua e sem investimentos, só a volta do desenvolvimentismo, que prevaleceu nos governos Lula e Dilma, poderá tirar o Brasil do atoleiro


247 – A tragédia brasileira pode ser resumida da seguinte forma. Primeiro, quebraram o Brasil para promover um golpe de estado e assaltar o poder. Depois, voltaram a quebrar o País para manter o poder que eles próprios roubaram.

Essa catástrofe começou em 2015, quando três políticos se uniram para promover a política do "quanto pior, melhor", que levou ao golpe. Eram eles Aécio Neves (PSDB-MG), que não aceitou sua derrota em 2014 e hoje é o recordista em inquéritos na Lava Jato, Eduardo Cunha, que está condenado a 15 anos e quatro meses de prisão, e Michel Temer, primeiro ocupante da presidência a ser formalmente acusado de corrupção, em toda a história do Brasil. Coincidência ou não, os três pontas de lança do golpe são hoje os políticos mais rejeitados do Brasil (leia aqui)

Antes que digam que o grupo que assaltou o poder herdou a crise fiscal da presidente legítima Dilma Rousseff, passemos aos números. Em seu primeiro mandato, ela produziu fartos superávits fiscais, com 2,94% do PIB em 2011, 2,18% em 2012 e 1,72% em 2013. Apenas em 2014, com a retração da economia global e em especial dos preços do petróleo, houve um déficit de R$ 17,2 bilhões, equivalente a 0,57% do PIB – um número que é fichinha perto do estrago causado por Temer, que cavou um rombo anual na casa dos R$ 180 bilhões.

Em 2015, Dilma pretendia zerar o déficit com uma pequena reforma da Previdência e a volta da CPMF, mas foi confrontada pelas pautas-bomba de Aécio Neves e Eduardo Cunha, que agiram não apenas para sabotar e paralisar o Executivo, mas também para aprofundar a crise nas contas públicas, que ainda era incipiente, e alimentar a histeria midiática que levaria ao golpe.

Em 2016, com Michel Temer já instalado no poder, cavou-se um rombo de R$ 154 bilhões. Enquanto interino, Temer concedeu vários reajustes ao funcionalismo e distribuiu favores para comprar sua permanência no poder. Prometia ajuste, mas fazia exatamente o contrário. Neste ano, com o rombo acumulado em 12 meses batendo já em R$ 180 bilhões, Temer liberou R$ 3,9 bilhões aos deputados que irão votar a denúncia oferecida pelo procurador Rodrigo Janot. Novamente, Temer fala em ajuste, mas faz o oposto.

Com a água batendo no pescoço, seu desgoverno anunciou nesta quinta-feira cortes na única área do governo que deveria ser preservada: o Programa de Aceleração do Crescimento, que, na prática, acabou. Na era Temer, não haverá pontes, estradas, aeroportos, usinas de energia e nem construções de moradias populares de um programa como o Minha Casa, Minha Vida. Haverá recursos apenas para os gastos de custeio e para a compra de aliados políticos. O resultado será ainda mais recessão.

Com Dilma, deposta pelo golpe, os investimentos subiram de R$ 33,2 bilhões ao ano para R$ 68,4 bilhões. Com Temer, que usurpou seu cargo para se tornar o personagem político mais rejeitado em toda a história do Brasil, os investimentos estão praticamente sendo zerados. E é reveladora a pesquisa CNI/Ibope que aponta que apenas 11% dos brasileiros consideram sua gestão melhor do que a de Dilma (leia aqui).

A tragédia é tão grande que fatalmente fará com que o Brasil se liberte da camisa de força imposta pelo "pensamento único" de grupos de comunicação que venderam a farsa de que os governos Lula e Dilma quebraram o País. Ou o Brasil se reconcilia rapidamente com o desenvolvimentismo ou viverá em breve a maior convulsão social de sua história. Essa reconciliação atende pelo nome de Luiz Inácio Lula da Silva, que pegou o País numa situação não tão grave como atual, em 2003, e promoveu o maior ciclo de desenvolvimento da história do País, acumulando US$ 375 bilhões em reservas e tirando 40 milhões de pessoas da miséria.

Confira, abaixo, o gráfico sobre a evolução dos investimentos no Brasil e leia aqui análise de Fernando Brito, editor do Tijolaço, sobre a morte do PAC, que acaba de ser formalmente assassinado pelo golpe de Temer, Cunha e Aécio.

Redação Desterro1
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20 de jul de 2017

Antes de votação, Temer distribuiu R$ 15 bilhões em programas e emendas

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BRASÍLIA — No momento em que o governo enfrenta um rombo nas contas públicas e a estimativa de o déficit primário ultrapassar a meta fiscal fixada para este ano, o presidente Michel Temer concentrou, só nas duas últimas semanas, o anúncio de programas e liberações de verbas que chegam a R$ 15,3 bilhões para estados e municípios, num aceno a parlamentares da base aliada. A concentração desse pacote de bondades aconteceu em uma semana decisiva para selar o futuro de Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.


O esforço concentrado deu certo: Temer virou um jogo que parecia perdido e saiu vitorioso com a rejeição ao parecer que recomendava a continuidade das investigações contra ele, e a aprovação de um outro relatório, do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), pelo arquivamento da denúncia. A batalha final está marcada para 2 de agosto, no plenário da Câmara.

Além de programas novos, o governo acelerou o empenho das emendas parlamentares de deputados federais. Levantamento da Rede mostrou que, nos últimos 15 dias, foi empenhado um total de R$ 1,9 bilhão, valor próximo ao que havia sido processado desde o começo do ano até 6 de junho, que foi R$ 1,8 bilhão.

Em maio, segundo o mapeamento da Rede, foram R$ 89,4 milhões; em junho, R$ 1,8 bilhão, justamente no mês em que a situação política de Temer se agravou.

— As emendas hoje são impositivas. O governo tem o dever de liberá-las — defendeu-se o chefe da Casa Civil, ministro Eliseu Padilha.

Na última quarta-feira, o presidente Temer anunciou a quantia de R$ 11,7 bilhões em linhas de crédito para obras de infraestrutura como iluminação pública, saneamento e gestão de resíduos sólidos. Já na quinta-feira, decidiu realocar R$ 1,7 bilhão em recursos para a Saúde, destinados para compra de ambulâncias e gastos na atenção básica em 1.787 municípios. Antes, na terça-feira, anunciara R$ 103 bilhões de recursos do Banco do Brasil para o Plano Safra 2017/2018, que já havia sido lançado oficialmente no início do mês, com o valor de R$ 190 bilhões.

O PSOL apresentará nos próximos dias uma representação ao Ministério Público por corrupção ativa, desvio de finalidade e obstrução à Justiça. O partido mapeia o volume de liberação de emendas recebidas pelos deputados que votaram a favor do governo para traçar uma relação direta entre o favorecimento e o voto.

— Não é normal o deputado receber verba para votar a favor do governo. É o fisiologismo no poder — acusa Chico Alencar (PSOL-RJ).

Os aliados do governo, no entanto, veem com naturalidade essa operação. O líder do DEM, deputado Efraim Filho (PB), diz que é papel do parlamentar levar investimentos para sua cidade por meio de emendas.

— O governo está investindo nos municípios, não está dando dinheiro na mão dos deputados. O parlamentar que leva investimento para sua cidade está cumprindo o papel dele. Feio era o que o PT fazia no mensalão, que trocava dinheiro por voto — comparou.

Segundo levantamento feito pelo GLOBO, de janeiro a junho deste ano, Temer anunciou investimentos de aproximadamente R$ 96 bilhões. Só em dois dias, o presidente liberou quase um sexto do valor total dos últimos meses, sem considerar os R$ 190 bilhões do Plano Safra, cuja liberação é obrigatória.

O levantamento levou em consideração apenas verbas específicas anunciadas em cerimônias. Houve outros anúncios de investimentos nesse período, sem valor estimado, que não foram contabilizados pela reportagem.

Confrontado com a possibilidade de ser afastado do cargo, Temer sancionou uma Medida Provisória (MP) que altera a legislação da reforma agrária e que, segundo ambientalistas, pode facilitar a grilagem em áreas da Amazônia. A MP poderia ser sancionada até a próxima terça-feira, mas a sanção foi antecipada para o início dessa semana, antes da votação da CCJ.

Nos últimos dias, ministros e presidentes de estatais se revezaram no púlpito montado no Palácio para rasgar elogios ao presidente, denunciado por corrupção passiva e investigado no Supremo Tribunal Federal também por organização criminosa e obstrução à Justiça. Na quarta-feira, a cerimônia que liberou R$ 11,7 bilhões para infraestrutura teve nada menos do que dez discursos, todos enaltecendo a gestão Temer. No dia seguinte, em outro evento de agenda positiva, no qual anunciou R$ 1,7 bilhão para a Saúde, o ministro da pasta, Ricardo Barros, fez a mesura:

— Por ter optado pelo reconhecimento e não pela popularidade, o Brasil vai lhe agradecer.

A apresentação de Barros, com 70 telas, homenageava Temer diretamente, em trechos como “Medida Provisória do presidente Temer permitiu adequar oferta da penicilina no combate à sífilis”, “Presidente Michel Temer anunciou renovação da frota do Samu para todo o país” e “Presidente da República comandou pessoalmente lançamento da campanha Sexta Sem Mosquito”. Temer devolveu os elogios: chamou o ministro de “médico honorário e prefeito honorário”, além de ter dito que seu sonho é zerar filas de hospitais até o ano que vem.

O próprio presidente caprichou nos autoelogios.

— Tudo isso é feito em 14 meses de governo. É um trabalho que demandaria quatro anos, oito anos. Estamos fazendo oito anos em 14 meses — declarou, na cerimônia com Barros, parafraseando o ex-presidente Juscelino Kubitschek, que tinha como mote de governo “50 anos em cinco (1956 a 1961)”.

Temer ressaltou que foi chamado de “muito corajoso” por parlamentares.

— De vez em quanto os colegas do Parlamento dizem: “Você é muito corajoso, porque enfrentou questões como a reforma trabalhista, do Ensino Médio, questões de Saúde, que outros tantos não foram capazes de enfrentar” E penso o seguinte: mais do que coragem, nós tivemos ousadia.



O Globo
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19 de jul de 2017

Mega-Sena pode pagar R$ 68 milhões nesta quarta

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O sorteio 1.950 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 68 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta (19), em Atibaia (SP).

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Redação Desterro1
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O Brasil está à deriva, sem qualquer debate consistente, diz RC à Carta Capital

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O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, prega a união das esquerdas em 2018 para fazer frente ao desmonte do Estado nacional

Atribuir o elevado desemprego no Brasil à legislação trabalhista é a mais recente falácia da turma que vendeu o impeachment de Dilma Rousseff como solução para a crise, afirma o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho. Uma das principais lideranças do PSB, ele defende a necessidade de o Estado voltar a induzir o desenvolvimento nacional.

“Não há nenhuma experiência no mundo de saída da crise sem investimentos públicos”, observa Coutinho, para quem é indispensável a união das esquerdas em 2018 para enfrentar a ofensiva neoliberal.

CartaCapital: O senhor se surpreendeu com a condenação de Lula a nove anos e seis meses de prisão?

Ricardo Coutinho: Não, acredito que o ex-presidente já havia sido condenado. Minha expectativa, frustrada, era a da apresentação de provas. Não se viu isso, mas sim uma convicção que, penso eu, não deveria existir dentro do Estado de Direito.

CC: O senhor participou da reinauguração popular das obras de transposição do Rio São Francisco ao lado de Lula e Dilma. Pretende dividir o palanque com o ex-presidente em 2018?

RC: A reinauguração popular foi um ato de justiça. O ex-presidente Lula pagou 16% da obra do São Francisco, a Dilma pagou 70%, ou seja, 86% dela estava paga até abril de 2016. Agora, pagaram-se mais 10%. Ao mesmo tempo, Lula teve um papel importante ao ter a coragem de fazer [a transposição] e desfazer acertos políticos seculares que existiam e existem ainda, principalmente dentro do Semiárido nordestino.

Como governador, participei do ato oficial da chegada das águas com Michel Temer, mas me ressenti da ausência do povo e também da dureza de alguns discursos que ignoravam a história. Essa obra começa com Lula e Dilma.

CC: E quanto a 2018?

RC: Sobre 2018, não dá para se expressar por um único caminho, alijando possíveis apoiadores nesse processo. A correlação de forças está muito desigual. Então, é preciso conduzir isso com cuidado. Digo isso com relação ao PT e ao PDT de Ciro Gomes. As esquerdas precisam convergir por uma questão de sobrevivência, inteligência e compromisso com este País.

O Brasil está à deriva, sem qualquer debate consistente. Infelizmente, a maior parte do Congresso está dedicada à aprovação de reformas para atender interesses econômicos. Ao mesmo tempo, vendeu-se para o povo a ideia de que o País voltaria a crescer com o impeachment de Dilma.

O desemprego diminuiria, a corrupção seria debelada. Isso era uma profunda ilusão, um jogo de retórica para se tomar o poder, derrubando as regras do jogo democrático. O Brasil afundou-se ainda mais na crise. O desemprego atinge 14 milhões de trabalhadores.

CC: Dos milhões de empregos perdidos de 2014 para cá, dois terços concentram-se no Nordeste. Por que a região tem sido mais impactada?

RC: O Nordeste foi a região que mais se desenvolveu nos últimos anos, palco de grandes projetos estruturantes, que só pararam agora, no atual governo. Durante os anos Lula, a “região-problema” passou a trazer soluções. Antes, no segundo mês da seca já havia invasões de feiras e supermercados pela população.

Agora, estamos na pior seca do século e não houve qualquer saque, pois se criou uma rede de proteção social. Criou-se, por exemplo, o Programa de Aquisição de Alimentos, que agora está morrendo, estrangulado pelo governo federal. Com a crise, a mudança de visão e de trato político, a região está sofrendo o impacto.

CC: Enquanto a Câmara analisa a denúncia contra Michel Temer, o Senado aprovou na terça-feira 11 a reforma trabalhista que altera profundamente a CLT. O senhor acha que era o momento adequado de puxar um debate de um tema tão sensível para a população?

RC: A imagem que tenho é a de um grupo de hienas diante de uma presa com certa fragilidade. Se Aproveita-se e retira-se tudo. É isso que está acontecendo. A falta de crescimento não se dá por causa da legislação trabalhista, isso é mais um engodo.

A economia continua a patinar, porque não há capital disponível, uma vez que o Estado se encolheu. Não há nenhuma experiência no mundo de saída da crise, de uma recessão, sem investimentos públicos.

CC: Que país que está sendo gestado por esse conjunto de iniciativas do governo Temer, que vão do congelamento dos gastos públicos por 20 anos às excludentes reformas trabalhista e da Previdência?

RC: Um país bem menor, menos competitivo, que não consegue se impor perante outros parceiros mundiais. Isso está sendo feito em função da grave omissão do Congresso. Também há essa confusão que paralisa o Brasil e faz com que as atenções da população estejam voltadas para um caso novelesco, ao mesmo tempo que se muda a legislação trabalhista.

A questão não era a retomada o crescimento. Na verdade, aproveitou-se de um momento de fragilidade, de falta de organização dos trabalhadores, para retirar direitos.

CC: Muitos parlamentares nordestinos, mesmo alguns que integram a base de Temer, votaram contra a reforma trabalhista. Por que esse tema é mais sensível para o Nordeste?

RC: Há 40 anos, a leitura política do Nordeste revelava oligarquias que controlavam os estados com profundo viés conservador. Isso foi mudando paulatinamente. O Nordeste, apesar de sua multiplicidade partidária e governamental, tem gerado uma cobrança maior sobre seus representantes. Engana-se quem diz que no Nordeste não se sabe votar. Pelo contrário, lá o voto é muito mais qualificado.

CC: O nordestino não tolera o representante que trai seus interesses?

RC: Ele tem tido mais capacidade de acompanhar. Isso é bom para a democracia. Acredito que isso ficará cada vez mais explícito. Com a transposição do São Francisco, houve no Semiárido o mais duro golpe contra o coronelismo e as oligarquias, pois a água sempre foi o principal instrumento de dominação.

Carta Capital
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15 de jul de 2017

Cunha delata Temer e lista de deputados que receberam para votar pelo golpe

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Trecho da delação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que revela os deputados federais que receberam dinheiro para votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff já teria sido aceita pelo Ministério Público Federal

Um trecho da delação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tem assustado seus ex-colegas na Câmara dos Deputados.

É o que revela os deputados federais que receberam dinheiro para votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, em abril do ano passado, quando Cunha presidia a Câmara. A denúncia, que consta na proposta de delação, já teria sido aceita pelo Ministério Público Federal.

Segundo o jornalista Ricardo Noblat, do Globo, Cunha, que está preso desde outubro, "não se limitou a dar os nomes – a maioria deles do PMDB. Citou as fontes pagadoras e implicou o presidente Michel Temer. Reconheceu que ele mesmo em alguns casos atuou para que os pagamentos fossem feitos".

Noblat diz ainda que Cunha "contou o que viu e acompanhou de perto e o que ficou sabendo depois. Não poupou nem aqueles deputados considerados mais próximos dele", uma forma de retaliar os que o abandonaram numa hora difícil - ele teve seu mandato cassado por 450 votos.

O acordo de delação premiada de Cunha, que é feito simultaneamente ao do operador Lúcio Funaro, que também está preso, podem servir de base para uma nova denúncia contra Michel Temer, a ser apresentada pela Procuradoria Geral da República.

A denúncia de Cunha sobre o impeachment só comprova ainda mais que tudo não se passou de um golpe.

Redação Desterro1 com Brasil 247
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13 de jul de 2017

Juristas condenam sentença sem provas de Moro contra Lula

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Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e 6 meses de prisão

Nesta quarta-feira (12), o juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e 6 meses de prisão, sob a acusação de ter recebido um apartamento triplex no Guarujá como contraprestação de corrupção em contratos firmados entre a Petrobrás e a construtora OAS.

A acusação, que não apontou qualquer documento de registro de imóvel, como também não conseguiu uma única testemunha que ratificasse o que foi posto na denúncia – as 73 testemunhas, das quais 27 da acusação, negaram o fato ou disseram desconhecê-lo – conseguiu êxito com o Juiz de Direito. Moro utilizou a delação de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, como única fonte de prova para a condenação, ressaltando-se que o seu primeiro acordo foi recusado, no qual Lula era inocentado. O ex-presidente somente foi apontado na segunda delação.

A condenação repercutiu avidamente pelas redes sociais e levantou debates acerca do Estado Democrático de Direito e o forte apelo midiático que envolve a Operação Lava Jato desde seu início. O professor de Direito Penal e Processual Penal, Fernando Hideo Lacerda, comentou que a decisão de condenar Lula, que sucedeu a aprovação do texto da reforma trabalhista na terça-feira (11), caracteriza claro objetivo político: “não é apenas simbólico, mas desenhado com todas as letras: aqui quem manda é mercado, quem dá as cartas é o poder econômico”.

O professor de Direito Constitucional na PUC-SP, Pedro Estevam Serrano, considera que o processo contém vícios evidentes:

"Um absurdo essa decisão. Processo penal de exceção com vícios evidentes, que caracterizam objetivo político e não a aplicação da ordem jurídica. Os direitos fundamentais e a democracia vão ladeira abaixo."

O doutor e mestre em Ciências Criminais, Salah H. Khaled Jr , considera que Sérgio Moro sustenta, mais uma vez, a reputação de juiz justiceiro sob forte apelo midiático: “o investimento foi grande demais. Não interessa que a propriedade do tríplex soe como mera conjectura. A montanha não poderia parir um rato. Condenando Lula, Moro assegura que sua reputação permanecerá intacta. Se o resultado for revertido em segunda instância, em nada o afetará. Pelo contrário: pode fazer com que sua imagem de salvador da pátria saia ainda mais fortalecida”.

Já para o professor de Direito Constitucional, Bruno Galindo, a atuação de Moro “ocasionaria seu afastamento por suspeição em qualquer sistema judiciário sério do mundo (…) por muito menos do que Moro fez por aqui, o célebre Juiz Baltasar Garzón foi afastado por 11 anos da magistratura espanhola”. Sobre a decisão de condenar o ex-presidente, o professor afirmou que “essa Sentença publicada hoje era mais do que previsível, pois quem se posicionou reiteradamente como oponente do réu não teria como decidir diferente, o que é triste, pois vê-se que jogamos às favas no sistema judicial brasileiro a garantia constitucional da imparcialidade do julgador”.

Outro lado
Por meio da sua página no Facebook, o ex-presidente divulgou uma nota assinada por seus advogados, Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins em que afirmam: “Este julgamento politicamente motivado ataca o Estado de Direito do Brasil, a democracia e os direitos humanos básicos de Lula.”

Vale lembrar que a Lei da Ficha Limpa determina que somente será inelegível quem for condenado por um órgão colegiado, isto é, por um conjunto de juízes. No caso em questão, Lula foi condenado pela primeira instância por apenas um juiz e para que ele fique inelegível é indispensável uma eventual condenação pelo órgão colegiado, que no presente processo é a Câmara de Desembargadores Federais do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Brasil 247 / Justificando
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4 de jul de 2017

No dia da formação da CCJ, Temer recebe 22 políticos

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Disposto a derrubar a denúncia apresentada contra ele pela Procuradoria-Geral da República (PGR) o mais rápido possível, o presidente Michel Temer (PMDB) vai usar esta terça-feira, 4, para uma extensa agenda dedicada a parlamentares. No dia em que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) inicia os trabalhos com a escolha do relator da denúncia, Temer vai ter uma agenda com mais de 13 horas de audiência e receberá 22 parlamentares, sendo 16 deputados e seis senadores. Além disso, há uma reunião prevista com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, que é da cota de ministros parlamentares e tem influência sobre o partido.

Temer quer que sua defesa seja apresentada até quarta-feira, 5, na CCJ para que ela tenha condições de ser votada em plenário antes do recesso. Segundo fontes do Planalto, o advogado Antonio Claudio Mariz de Oliveira já trabalha na defesa desde que a denúncia foi apresentada por Rodrigo Janot, no último dia 26. Segundo um auxiliar do presidente, Mariz deve destacar que as provas - como a gravação com Joesley Batista - são ilícitas e que há vício na origem da denúncia.

Auxiliares do presidente ressaltam ainda que, com a entrega da defesa na quarta-feira, há condições de que a denúncia seja apreciada em plenário antes do recesso, no próximo dia 17. Apesar do otimismo, um interlocutor do Planalto reconheceu que o cenário é muito incerto e há vários fatores que fogem do controle do governo, como uma possível obstrução ou pedido de vista. A romaria de parlamentares no Palácio do Planalto visa continuar a articulação e garantir os 172 votos necessários para derrubar a denúncia no plenário.

Agenda
A agenda de Temer começou às 8 horas com o deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF). Meia hora depois, o presidente recebe o senador Wilder Morais (PP-GO). De meia em meia hora na parte da manhã até o meio dia ainda estão previstos encontros com o deputado Evandro Gussi (PV-SP), com o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), com o ministro da Saúde, com o senador Telmário Mota (PTB-RR), com a deputada Christiane de Souza Yared (PR-PR) e com a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP).

Do meio dia às 15 horas, a agenda ainda está aberta, o que possivelmente dá brechas para mais encontros de articulação. Temer retoma os compromissos às 15 horas com o senador Roberto Rocha (PSB-MA). E seguindo o modelo de audiências de meia em meia hora recebe o deputado Goulart (PSD-SP), o senador Pedro Chaves dos Santos Filho (PSC/MS), o senador José Maranhão (PMDB-PB), o deputado Luiz Lauro Filho (PSB-SP).

Às 17h30, a reunião com o deputado Wilson Filho (PTB-PB), vice-líder do PTB, terá a presença do ex-senador Wilson Santiago, Presidente do PTB na Paraíba.

Depois, continuando a agenda de reuniões de 30 minutos, Temer recebe às 18 horas, o deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), que é líder da maioria na Câmara dos Deputados. Na sequência, estão com agenda marcada com o presidente os deputados Rogerio Peninha Mendonça (PMDB-SC), José Priante (PMDB-PA), Anibal Gomes (PMDB/CE), Alfredo Kaefer (PSL/PR) e Átila Lins (PSD-AM). 
À agenda das 21 horas prevê reunião conjunta com os deputados Darcisio Perondi (PMDB/RS) e Sinval Malheiros (PODE/SP) e, por fim, a última agenda prevista é com o deputado Roberto de Lucena (PV-SP), às 21h30. 


Fonte: Estadão


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Dois deputados paraibanos assumem que defenderão Temer de denúncia

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André Amaral e Hugo Motta responderam que votarão contra a aceitação da denúncia da PGR sobre Michel Temer. Os dois se pronunciaram em pesquisa feita pela Folha de S. Paulo e que ouviu 354 deputados federais (67% do total). Luiz Couto (PT) e Pedro Cunha Lima (PSDB) são os únicos paraibanos que garantem votar pela continuidade da denúncia criminal que trata de corrupção passiva cometida pelo atual presidente da República. 

Cabe à Câmara dar o aval para que o Supremo Tribunal Federal (STF) possa aceitar a denúncia e abrir a ação penal. Nessa hipótese, Temer seria afastado por até 180 dias para ser julgado. Para isso, serão necessários os votos de no mínimo 342 deputados.

Na prática, o placar pró-Temer na bancada paraibana tende a ser bem mais amplo que apenas dois votos. Muitos deputados evitaram dizer antecipadamente como vão votar. O líder do Governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP), por exemplo, não respondeu à pesquisa da Folha, mas é um voto a favor do presidente. Damião Feliciano (PDT), Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), Wellington Roberto (PR) e Wilson Filho (PTB) também não deram resposta à indagação. Benjamin Maranhão (SD) não quis se pronunciar sobre o assunto, enquanto Efraim Filho (DEM) e Rômulo Gouveia (PSD) disseram que não sabem como votarão. 

A base governista na Câmara evita declarar apoio a Michel Temer na votação da denúncia criminal apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República).A Folha procurou na semana passada todos os 513 deputados da Casa após o STF (Supremo Tribunal Federal) receber, na segunda (26), a peça em que Temer é acusado de corrupção passiva - seria o destinatário de uma mala de R$ 500 mil de propina da JBS, além de promessa de outros R$ 38 milhões em vantagens indevidas.

Só 45 deputados responderam que votarão contra a aceitação da denúncia.

Entre os apoiadores do presidente estão aliados fiéis como Carlos Marun (PMDB-MS) e Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líderes do governo na Câmara.

Já os que declaram apoio à continuidade das investigações somam 130 parlamentares, 212 a menos do que o mínimo necessário para que a denúncia seja aceita.

Outros 112 afirmaram que não sabem ainda como votarão e 57 não quiseram se posicionar.

Entre os deputados do PMDB, o número dos que se declararam contrários ao prosseguimento da denúncia é igual ao daqueles que afirmaram não ter posição formada a respeito do caso: 18.

No DEM, partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), nenhum deputado declarou que votará contra a denúncia. Três não quiseram se pronunciar, 13 disseram estar analisando a peça do Ministério Público e 11 não responderam à enquete. Maia declarou que não votará.

Um parlamentar da sigla chegou a afirmar à Folha, em caráter reservado, que gostaria de votar com o governo, mas que a acusação é grave e necessita de análise.

Parte dos parlamentares tomou chá de sumiço: 168 foram contatados repetidamente pela reportagem desde terça (27), mas não responderam aos telefonemas e e-mails.

A maioria é de partidos da base aliada, como o próprio PMDB, que contabilizou 25 sumidos, PR, com 16, PP, com 15, ou PRB, com 12. O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), não respondeu à pesquisa.

Muitos dizem esperar decisões partidárias para declarar voto. A posição de cada sigla ou a liberação do voto aos parlamentares deve ser discutida nesta semana.

"É um equívoco isso de vou votar com a minha consciência", afirmou Marcus Pestana (PMDB-MG), um dos que esperam manifestação da legenda. "É preciso votar com a coletividade do partido, ele existe por uma razão".

Parte dos deputados afirmou que espera manifestação da defesa de Temer, e um terceiro grupo diz que só se posicionará após o relatório da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde a peça será analisada primeiro.

Outra explicação para a reticência de aliados pode estar na popularidade do presidente, que caiu a 7% - a menor em 28 anos, segundo o Datafolha- já que a maior parte dos parlamentares deve tentar a reeleição em 2018.

Mesmo tendo decidido em reunião no início de junho permanecer na base de Temer, o PSDB segue rachado. Entre seus 46 deputados, oito declararam que votarão pela continuidade do processo. O número é maior do que o daqueles que se disseram contrários à denúncia, cinco.

A liderança do partido já afirmou que deve reunir a bancada para decidir como votar após o final da análise da denúncia na CCJ, que começará nesta semana.

Após passar pela comissão, a denúncia segue para votação no plenário. Para evitar o afastamento, Temer precisa que pelo menos 172 deputados votem "não" à denúncia ou simplesmente não compareçam à sessão.

A tarefa, porém, pode não ser tão fácil: a votação será nominal, e há, mesmo entre aliados, a avaliação de que os parlamentares que não aparecerem para votar podem sofrer pressão do eleitorado.

Veja como cada deputado se posiciona sobre a denúncia contra Temer


A FAVOR DA ACEITAÇÃO DA DENÚNCIA
Adelmo Carneiro Leão (PT-MG) 
Afonso Florence (PT-BA) 
Afonso Motta (PDT-RS) 
Alessandro Molon (Rede-RJ) 
Alice Portugal (PC do B-BA) 
Aliel Machado (Rede-PR) 
Ana Perugini (PT-SP) 
André Figueiredo (PDT-CE) 
Angelim (PT-AC) 
Antonio Carlos Mendes Thame (PV-SP) 
Ariosto Holanda (PDT-CE) 
Arlindo Chinaglia (PT-SP) 
Arnaldo Jordy (PPS-PA) 
Assis Carvalho (PT-PI) 
Assis Melo (PC do B-RS) 
Bacelar (Podemos-BA) 
Bebeto (PSB-BA) 
Benedita da Silva (PT-RJ) 
Beto Faro (PT-PA) 
Bohn Gass (PT-RS) 
Cabo Daciolo (PT do B-RJ) 
Caetano (PT-BA) 
Capitão Augusto (PR-SP) 
Carlos Sampaio (PSDB-SP) 
Carlos Zarattini (PT-SP) 
Chico Alencar (PSOL-RJ) 
Chico D´angelo (PT-RJ) 
Chico Lopes (PC do B-CE) 
Christiane Yared (PR-PR) 
Dagoberto Nogueira (PDT-MS) 
Daniel Almeida (PC do B-BA) 
Daniel Coelho (PSDB-PE) 
Danilo Cabral (PSB-PE) 
Davidson Magalhães (PC do B-BA) 
Décio Lima (PT-SC) 
Delegado Francischini (SD-PR) 
Diego Garcia (PHS-PR) 
Dr. Jorge Silva (PHS-ES) 
Dr. Sinval Malheiros (Podemos-SP) 
Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) 
Eduardo Barbosa (PSDB-MG) 
Eliziane Gama (PPS-MA) 
Enio Verri (PT-PR) 
Erika Kokay (PT-DF) 
Expedito Netto (PSD-RO) 
Fábio Sousa (PSDB-GO) 
Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) 
Flavinho (PSB-SP) 
Givaldo Carimbão (PHS-AL) 
Givaldo Vieira (PT-ES 
Glauber Braga (PSOL-RJ) 
Heitor Schuch (PSB-RS) 
Helder Salomão (PT-ES) 
Henrique Fontana (PT-RS) 
Hugo Leal (PSB-RJ) 
Irajá Abreu (PSD-TO) 
Ivan Valente (PSOL-SP) 
Jaime Martins (PSD-MG) 
Jandira Feghali (PC do B-RJ) 
Janete Capiberibe (PSB-AP) 
Jean Wyllys (PSOL-RJ) 
João Daniel (PT-SE) 
João Derly (Rede-RS) 
Jorge Boeira (PP-SC) 
Jorge Solla (PT-BA) 
Jorginho Mello (PR-SC) 
José Guimarães (PT-CE) 
José Mentor (PT-SP) 
Júlio Delgado (PSB-MG) 
Keiko Ota (PSB-SP) 
Leo De Brito (PT-AC) 
Leonardo Monteiro (PT-MG) 
Leônidas Cristino (PDT-CE) 
Luciano Ducci (PSB-PR) 
Luiz Couto (PT-PB) 
Luiz Sérgio (PT-RJ) 
Luiza Erundina (PSOL- SP) 
Luizianne Lins (PT-CE) 
Major Olimpio (SD-SP) 
Mara Gabrilli (PSDB-SP) 
Marco Maia (PT-RS) 
Marcon (PT-RS) 
Margarida Salomão (PT-MG) 
Maria Do Rosário (PT-RS) 
Mariana Carvalho (PSDB-RO) 
Miro Teixeira (Rede-RJ) 
Moisés Diniz (PC do B-AC) 
Nelson Pellegrino (PT-BA) 
Nilto Tatto (PT-SP) 
Odorico Monteiro (PSB-CE) 
Onyx Lorenzoni (DEM-RS) 
Orlando Silva (PC do B-SP) 
Padre João (PT-MG) 
Pastor Eurico (PHS-PE) 
Patrus Ananias (PT-MG) 
Paulão (PT-AL) 
Paulo Foletto (PSB-ES) 
Paulo Pimenta (PT-RS) 
Paulo Teixeira (PT-SP) 
Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) 
Pedro Uczai (PT-SC) 
Pepe Vargas (PT-RS) 
Pollyana Gama (PPS-SP) 
Pompeo de Mattos (PDT-RS) 
Professora Marcivania (PC do B-AP) 
Rafael Motta (PSB-RN) 
Reginaldo Lopes (PT-MG) 
Robinson Almeida (PT-BA) 
Rocha (PSDB-AC) 
Ronaldo Lessa (PDT-AL) 
Rubens Otoni (PT-GO) 
Ságuas Moraes (PT-MT) 
Sergio Vidigal (PDT-ES) 
Severino Ninho (PSB-PE) 
Silvio Costa (PT do B-PE) 
Subtenente Gonzaga (PDT-MG) 
Tiririca (PR-SP) 
Valmir Assunção (PT-BA) 
Valmir Prascidelli (PT-SP) 
Vander Loubet (PT-MS) 
Vicente Candido (PT-SP 
Vicentinho (PT-SP) 
Wadih Damous (PT-RJ) 
Waldenor Pereira (PT-BA 
Weliton Prado (PMB-MG) 
Weverton Rocha (PDT-MA) 
Zé Carlos (PT-MA) 
Zé Geraldo (PT-PA) 
Zeca Dirceu (PT-PR) 
Zeca do PT (PT-MS)

CONTRA A ACEITAÇÃO DA DENÚNCIA
Alceu Moreira (PMDB-RS) 
André Amaral (PMDB-PB) 
André Moura (PSC-SE) 
Aníbal Gomes (PMDB-CE) 
Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) 
Baleia Rossi (PMDB-SP) 
Benito Gama (PTB-BA) 
Beto Mansur (PRB-SP) 
Bilac Pinto (PR-MG) 
Bonifácio De Andrada (PSDB-MG) 
Carlos Bezerra (PMDB-MT) 
Carlos Marun (PMDB-MS) 
Cleber Verde (PRB-MA) 
Darcísio Perondi (PMDB- RS) 
Domingos Sávio (PSDB-MG) 
Evandro Roman (PSD-PR) 
Fausto Pinato (PP-SP) 
Flaviano Melo (PMDB-AC) 
Giuseppe Vecci (PSDB-GO) 
Guilherme Coelho (PSDB-PE) 
Hildo Rocha (PMDB-MA) 
Hugo Motta (PMDB-PB) 
Jéssica Sales (PMDB-AC) 
Jhonatan De Jesus (PRB-RR) 
José Priante (PMDB-PA) 
José Rocha (PR-BA) 
Junior Marreca (PEN-MA) 
Lucio Vieira Lima (PMDB-BA) 
Maia Filho (PP -PI) 
Marcelo Squassoni (PRB-SP) 
Mauro Lopes (PMDB-MG) 
Mauro Pereira (PMDB-RS) 
Nelson Marquezelli (PTB-SP) 
Nelson Meurer (PP-PR) 
Nelson Padovani (PSDB-PR) 
Nivaldo Albuquerque (PRP-AL) 
Paulo Pereira da Silva (SD-SP) 
Pedro Paulo (PMDB-RJ) 
Roberto Góes (PDT-AP) 
Sabino Castelo Branco (PTB-AM) 
Sergio Souza (PMDB-PR) 
Simão Sessim (PP-RJ) 
Takayama (PSC- PR) 
Wilson Beserra (PMDB-RJ) 
Wladimir Costa (SD-PA)

NÃO VAI SE PRONUNCIAR
Adilton Sachetti (PSB-MT) 
Aelton Freitas (PR-MG) 
Alan Rick (PRB-AC) 
Alexandre Leite (DEM-SP) 
Alexandre Valle (PR-RJ) 
Alfredo Nascimento (PR-AM) 
André Fufuca (PP-MA) 
Andres Sanchez (PT-SP) 
Arthur Lira (PP-AL) 
Arthur Virgílio Bisneto (PSDB-AM) 
Augusto Coutinho (SD-PE) 
Aureo (SD-RJ) 
Benjamin Maranhão (SD-PB) 
Betinho Gomes (PSDB-PE) 
Beto Rosado (PP-RN) 
Bruna Furlan (PSDB-SP) 
Brunny (PR-MG) 
Cabo Sabino (PR-CE) 
Cacá Leão (PP-BA) 
Carlos Andrade (PHS-RR) 
Carlos Gomes (PRB-RS) 
Celso Russomanno (PRB-SP) 
Cristiane Brasil (PTB-RJ) 
Delegado Waldir (PR-GO) 
Edson Moreira (PR-MG) 
Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) 
Gabriel Guimarães (PT-MG) 
Giacobo (PR-PR) 
Hélio Leite (DEM-PA) 
Heráclito Fortes (PSB-PI) 
Iracema Portella (PP-PI) 
Izaque Silva (PSDB-SP) 
Jair Bolsonaro (PSC-RJ) 
João Arruda (PMDB-PR) 
João Carlos Bacelar (PR-BA) 
Joaquim Passarinho (PSD-PA) 
Júlia Marinho (PSC-PA) 
Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) 
Luiz Lauro Filho (PSB-SP) 
Luiz Nishimori (PR- PR) 
Magda Mofatto (PR-GO) 
Mandetta (DEM-MS) 
Marco Feliciano (PSC-SP) 
Marcus Pestana (PSDB-MG) 
Moses Rodrigues (PMDB-CE) 
Paulo Maluf (PP-SP) 
Pedro Fernandes (PTB-MA) 
Pedro Vilela (PSDB-AL) 
Raquel Muniz (PSD-MG) 
Renato Molling (PP-RS) 
Ricardo Teobaldo (Podemos-PE) 
Roberto Alves (PRB-SP) 
Rôney Nemer (PP-DF) 
Sandro Alex (PSD-PR) 
Silvio Torres (PSDB-SP) 
Toninho Pinheiro (PP-MG) 
Vicentinho Júnior (PR-TO)

NÃO SABE
Alberto Fraga (DEM-DF) 
Ademir Camilo (Podemos-MG) 
Adalberto Cavalcanti (PTB-PE) 
Alberto Filho (PMDB-MA) 
Alex Canziani (PTB-PR) 
Alex Manente (PPS-SP) 
Alexandre Baldy (Podemos-GO) 
Alexandre Serfiotis (PMDB-RJ) 
Altineu Côrtes (PMDB-RJ) 
Aluisio Mendes (Podemos-MA) 
André Abdon (PP-AP) 
Antonio Bulhões (PRB-SP) 
Arolde De Oliveira (PSC-RJ) 
Assis Do Couto (PDT-PR) 
Beto Salame (PP-PA) 
Cabuçu Borges (PMDB-AP) 
Caio Narcio (PSDB-MG) 
Carlos Eduardo Cadoca (PDT-PE) 
Carlos Henrique Gaguim (Podemos-TO) 
Carlos Manato (SD-ES) 
Carmen Zanotto (PPS-SC) 
Célio Silveira (PSDB-GO) 
Celso Maldaner (PMDB- SC) 
Celso Pansera (PMDB-RJ) 
César Halum (PRB-TO) 
Claudio Cajado (DEM-BA) 
Covatti Filho (PP-RS) 
Daniel Vilela (PMDB-GO) 
Domingos Neto (PSD-CE) 
Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) 
Eduardo Da Fonte (PP-PE) 
Efraim Filho (DEM-PB) 
Elmar Nascimento (DEM-BA) 
Esperidião Amin (PP-SC) 
Evandro Gussi (PV- SP) 
Ezequiel Fonseca (PP-MT) 
Ezequiel Teixeira (Podemos-RJ) 
Fábio Mitidieri (PSD SE) 
Fábio Ramalho (PMDB- MG) 
Felipe Bornier (PROS RJ) 
Francisco Chapadinha (Podemos- PA) 
Geraldo Resende (PSDB- MS) 
Gorete Pereira (PR CE) 
Goulart (PSD SP) 
Guilherme Mussi (PP SP) 
Herculano Passos (PSD SP) 
Hermes Parcianello (PMDB- PR) 
Heuler Cruvinel (PSD GO) 
Izalci Lucas (PSDB- DF) 
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) 
João Marcelo Souza (PMDB-MA) 
João Rodrigues (PSD -SC) 
José Airton Cirilo (PT-CE) 
José Carlos Aleluia (DEM-BA) 
José Carlos Araújo (PR-BA) 
José Fogaça (PMDB-RS) 
Jozi Araújo (Podemos-AP) 
Júlio Cesar (PSD-PI) 
Julio Lopes (PP-RJ) 
Jutahy Junior (PSDB-BA) 
Lázaro Botelho (PP-TO) 
Leandre (PV-PR) 
Leopoldo Meyer (PSB-PR) 
Lindomar Garçon (PRB-RO) 
Lobbe Neto (PSDB-SP) 
Lucas Vergilio (SD-GO) 
Lucio Mosquini (PMDB-RO) 
Luis Tibé (PT do B-MG) 
Luiz Fernando Faria (PP-MG) 
Macedo (PP-CE) 
Marcos Rogério (DEM-RO) 
Marcus Vicente (PP-ES) 
Nilson Pinto (PSDB-PA) 
Nilton Capixaba (PTB-RO) 
Norma Ayub (DEM-ES) 
Osmar Bertoldi (DEM-PR) 
Otavio Leite (PSDB-RJ) 
Paes Landim (PTB-PI) 
Pauderney Avelino (DEM-AM) 
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) 
Paulo Azi (DEM-BA) 
Paulo Feijó (PR-RJ) 
Remídio Monai (PR-RR) 
Renata Abreu (Podemos-SP) 
Ricardo Izar (PP-SP) 
Ricardo Tripoli (PSDB-SP) 
Roberto Balestra (PP-GO) 
Roberto Britto (PP-BA) 
Roberto De Lucena (PV- SP) 
Roberto Freire (PPS-SP) 
Rodrigo Martins (PSB PI) 
Rodrigo Pacheco (PMDB-MG) 
Rogério Marinho (PSDB-RN) 
Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) 
Rogério Rosso (PSD-DF) 
Rômulo Gouveia (PSD-PB) 
Ronaldo Carletto (PP-BA) 
Ronaldo Fonseca (PROS-DF) 
Rubens Pereira Júnior PC do B-MA) 
Saraiva Felipe (PMDB-MG) 
Sérgio Moraes (PTB-RS) 
Sergio Zveiter (PMDB-RJ) 
Simone Morgado (PMDB-PA) 
Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) 
Tenente Lúcio (PSB-MG) 
Thiago Peixoto (PSD -GO) 
Vaidon Oliveira (DEM-CE) 
Victor Mendes (PSD-MA) 
Vinicius Gurgel (PR-AP) 
Vitor Lippi (PSDB-SP) 
Waldir Maranhão (PP-MA) 
Zé Silva (SD-MG)

NÃO RESPONDEU
Abel Mesquita Jr. (DEM-RR) 
Adail Carneiro (PP-CE) 
Adelson Barreto (PR-SE) 
Afonso Hamm (PP-RS) 
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) 
Alfredo Kaefer (PSL-PR) 
André De Paula (PSD-PE) 
Antonio Brito (PSD-BA) 
Antônio Jácome (Podemos- RN) 
Arnaldo Faria De Sá (PTB-SP) 
Átila Lins (PSD-AM) 
Átila Lira (PSB-PI) 
Augusto Carvalho (SD-DF) 
Cajar Nardes PR-RS) 
Carlos Melles (DEM-MG) 
Celso Jacob (PMDB-RJ) 
César Messias (PSB-AC) 
Cesar Souza (PSD-SC) 
Cícero Almeida (PMDB- AL) 
Conceição Sampaio (PP-AM) 
Creuza Pereira (PSB-PE) 
Damião Feliciano (PDT-PB) 
Dâmina Pereira (PSL-MG) 
Danilo Forte (PSB-CE) 
Danrlei de Deus (PSD-RS) 
Dejorge Patrício (PRB-RJ) 
Deley (PTB-RJ) 
Deoclides Macedo (PDT-MA) 
Diego Andrade (PSD-MG) 
Dilceu Sperafico (PP-PR) 
Dimas Fabiano (PP-MG) 
Dulce Miranda (PMDB-TO) 
Éder Mauro (PSD-PA) 
Édio Lopes (PR-RR) 
Edmar Arruda (PSD -PR) 
Eduardo Cury (PSDB-SP) 
Elcione Barbalho (PMDB-PA) 
Eli Corrêa Filho (DEM- SP) 
Elizeu Dionizio (PSDB-MS) 
Erivelton Santana (PEN-BA) 
Eros Biondini (PROS-MG) 
Evair Vieira De Melo (PV-ES) 
Fábio Faria (PSD-RN) 
Fabio Garcia (PSB-MT) 
Fabio Reis (PMDB-SE) 
Felipe Maia (DEM-RN) 
Fernando Monteiro (PP-PE) 
Flávia Morais (PDT-GO) 
Francisco Floriano (DEM-RJ) 
Franklin (PP-MG) 
Genecias Noronha (SD-CE) 
George Hilton (PSB-MG) 
Geovania se Sá (PSDB-SC) 
Gilberto Nascimento (PSC-SP) 
Giovani Cherini (PR -RS) 
Gonzaga Patriota (PSB-PE) 
Hiran Gonçalves (PP-RR) 
Hissa Abrahão (PDT-AM) 
Irmão Lazaro (PSC-BA) 
Jefferson Campos (PSD-SP) 
Jerônimo Goergen (PP-RS) 
JHC (PSB-AL) 
Jô Moraes (PC do B-MG) 
João Campos (PRB-GO) 
João Fernando Coutinho (PSB-PE) 
João Gualberto (PSDB-BA) 
João Paulo Kleinubing (PSD-SC) 
João Paulo Papa (PSDB-SP) 
Jones Martins (PMDB-RS) 
Jony Marcos (PRB-SE) 
Jorge Côrte Real (PTB-PE) 
Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) 
José Nunes (PSD-BA) 
José Otávio Germano (PP-RS) 
José Reinaldo (PSB-MA) 
Jose Stédile (PSB-RS) 
Josi Nunes (PMDB-TO) 
Josué Bengtson (PTB-PA) 
Jovair Arantes (PTB-GO) 
Juscelino Filho (DEM- MA) 
Kaio Maniçoba (PMDB-PE) 
Laercio Oliveira (SD-SE) 
Laerte Bessa (PR-DF) 
Laudivio Carvalho (SD-MG) 
Laura Carneiro (PMDB-RJ) 
Lelo Coimbra (PMDB-ES) 
Leonardo Quintão (PMDB-MG) 
Lincoln Portela (PRB-MG) 
Luana Costa (PSB-MA) 
Luciana Santos (PCdoB-PE) 
Luciano Braga (PRB -BA) 
Lúcio Vale (PR-PA) 
Luis Carlos Heinze (PP-RS) 
Luiz Carlos Ramos (Podemos-RJ) 
Luiz Cláudio (PR-RO) 
Luzia Ferreira (PPS-MG) 
Marcelo Aguiar (DEM-SP) 
Marcelo Álvaro Antônio (PR-MG) 
Marcelo Aro (PHS-MG) 
Marcelo Castro (PMDB-PI) 
Marcelo Delaroli (PR-RJ 
Marcelo Matos (PHS-RJ) 
Marcio Alvino (PR-SP) 
Márcio Marinho (PRB-BA) 
Marco Antônio Cabral (PMDB-RJ) 
Marco Tebaldi (PSDB-SC) 
Marcos Abrão (PPS-GO) 
Marcos Medrado (SD-BA) 
Marcos Montes (PSD-MG) 
Marcos Reategui (PSD-AP) 
Marcos Soares (DEM-RJ) 
Maria Helena (PSB-RR) 
Marinaldo Rosendo (PSB-PE) 
Marinha Raupp (PMDB- RO) 
Mário Negromonte Jr. (PP-BA) 
Mauro Mariani (PMDB-SC) 
Miguel Haddad (PSDB-SP) 
Miguel Lombardi (PR-SP) 
Milton Monti (PR-SP) 
Misael Varella (DEM-MG) 
Missionário José Olimpio (DEM-SP) 
Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) 
Nilson Leitão (PSDB-MT) 
Osmar Serraglio (PMDB-PR) 
Paulo Freire (PR-SP) 
Paulo Henrique Lustosa (PP-CE) 
Paulo Magalhães (PSD-BA) 
Pedro Chaves (PMDB-GO) 
Raimundo Gomes De Matos (PSDB-CE) 
Reinhold Stephanes (PSD-PR) 
Renato Andrade (PP-MG) 
Renzo Braz (PP-MG) 
Roberto Sales (PRB-RJ) 
Rodrigo De Castro (PSDB-MG) 
Ronaldo Benedet (PMDB-SC) 
Ronaldo Martins (PRB-CE) 
Rosangela Gomes (PRB -RJ) 
Rosinha Da Adefal (PTdoB-AL 
Rubens Bueno (PPS-PR) 
Sérgio Brito (PSD-BA) 
Sérgio Reis (PRB-SP) 
Shéridan (PSDB-RR) 
Silas Câmara (PRB-AM) 
Silas Freire (PR-PI) 
Soraya Santos (PMDB-RJ 
Stefano Aguiar (PSD-MG) 
Tadeu Alencar (PSB-PE) 
Tereza Cristina (PSB-MS) 
Toninho Wandscheer (PROS-PR) 
Uldurico Junior (PV-BA) 
Valadares Filho (PSB-SE) 
Valdir Colatto (PMDB-SC) 
Valtenir Pereira (PSB-MT) 
Vanderlei Macris (PSDB-SP) 
Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB) 
Victório Galli (PSC-MT 
Vinicius Carvalho (PRB-SP) 
Vitor Valim (PMDB-CE 
Walney Rocha PEN RJ 
Walter Alves (PMDB-RN 
Walter Ihoshi (PSD-SP) 
Wellington Roberto (PR-PB) 
Wilson Filho (PTB-PB) 
Wolney Queiroz (PDT-PE) 
Yeda Crusius (PSDB-RS) 
Zé Augusto Nalin (PMDB-RJ) 
Zeca Cavalcanti (PTB-PE) 
Zenaide Maia (PR-RN)



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