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29 de jan. de 2013

PF sequestra imóveis do ex-presidente do TCE-AP em JP avaliados em R$ 30 milhões

Uma operação que está sendo realizada pela Polícia Federal em João Pessoa em Brasília já seqüestrou 85 imóveis avaliados em pelo R$ 30 milhões, além de ações em bolsas de valores. A Operação Mãos Vazias é um prosseguimento da Operação Mãos Limpas realizada em 2011 onde um dos presos é o ex-presidente do Tribunal de Contas do Amapá, conselheiro José Júlio de Miranda Coelho. Os imóveis sequestrados na Capital pertencem a José Júlio .

Uma operação que está sendo realizada pela Polícia Federal em João Pessoa em Brasília já seqüestrou 85 imóveis avaliados em pelo R$ 30 milhões, além de ações em bolsas de valores. A Operação Mãos Vazias é um prosseguimento da Operação Mãos Limpas realizada em 2011 onde um dos presos é o ex-presidente do Tribunal de Contas do Amapá, conselheiro José Júlio de Miranda Coelho. Os imóveis sequestrados na Capital pertencem a José Júlio .


A operação de hoje cumpre mandados de busca e apreensão e sequestro de bens e ações na bolsa de valores. Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça em decorrência de inquérito instaurado na Paraíba base na Lei de Lavagem de Dinheiro (Lei n. º 9.613/1998).

O ex-presidente do TCE-AP teria lavado o dinheiro desviado no seu estado na compra de imóveis na Paraíba, a maioria em João Pessoa. Os aluguéis dos imóveis, como proventos indiretos de crime, foram bloqueados e serão depositados, doravante, em conta judicial vinculada ao inquérito.

Operação mãos limpas
A Operação Mãos Limpas da Policia Federal culminou com a prisão de figuras importantes dos três poderes no Estado do Amapá. A Operação aconteceu dia 10 de setembro de 2010 e prendeu o ex-governador Waldez Goés (PDT), licenciado para fazer a campanha ao Senado, e a sua mulher, Marília Goés, além do Governador Pedro Paulo Dias (PP) e a esposa.

Também foram presos em Macapá e levados para o Presídio da Papuda, na Capital federal, Júlio Miranda, presidente do Tribunal de Contas do Amapá e o atual Prefeito de Macapá, Roberto Goés.

Na época alguns deputados estaduais, entre eles o presidente da ALAP, Jorge Amanajás, foram conduzidos coercitivamente à sede da PF em Macapá, onde prestaram depoimentos sobre irregularidades investigadas por solicitação da Justiça.




WSCOM

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