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11 de fev de 2014

Troca de lâmpadas é alternativa para conter as despesas

Com o fim do horário de verão, as lâmpadas de boa parte do País ficarão acesas por mais tempo. Isto significa maior gasto com energia. Para compensar este aumento de despesa, a troca de tecnologia é uma alternativa que o consumidor precisa sempre estar atento para saber aproveitar o máximo de vantagens.

Contudo, com a chegada dos avanços tecnológicos ao universo das lâmpadas, ficou para trás o tempo em que só se prestava atenção na potência e na voltagem. Consumo, durabilidade, temperatura de cor, índice de reprodução de cor (IRC), aplicabilidade e efeito luminotécnico são questões que envolvem a decisão de compra, o que a torna um gesto muito mais complexo na avaliação do diretor de marketing da Lâmpadas Golden, Flávio Takeda. “Com tantas opções na prateleira, o consumidor já arrisca buscar outros modelos, mas sente-se perdido com tantas informações nas embalagens, sem saber quais considerar para ter um melhor custo-benefício e valorizar seu espaço doméstico”.

A incandescente não mudou muito desde que foi inventada por Thomas Edson. Apesar de sua elevada capacidade de reprodução de cor dos objetos, ela dura apenas mil horas e somente 10% da energia que consome é usada para gerar luz. O resto é dissipado na forma de calor. Não é por acaso que os modelos de elevada potência e baixo rendimento estão sendo retirados do mercado brasileiro.

As halógenas, que são muito usadas para iluminação de destaque, cênica, complementar ou reflexiva também consomem muita energia e possuem materiais nocivos ao meio ambiente. “Já tentou ficar sentado sob uma halógena durante horas?”, questiona Takeda.  Elas geram muito calor, o que é muito desconfortável e em muitos casos não recomendado, principalmente em local onde se lida com alimentos perecíveis. A falta de popularização deste modelo em parte deve-se ao encaixe, que nem sempre se adequa à base da incandescente. Alguns modelos demandam transformador. Além disso, elas só duram 2 mil horas. 

As fluorescentes compactas, que se tornaram mais populares após o apagão de 2001, revolucionaram o mercado de iluminação com a promessa de durabilidade 8 vezes maior e economia de 80%. Porém seu bulbo em formato U e a luz branca meio azulada, que lhe valeu o cognome de luz fria, foram responsáveis por uma resistência ao seu uso. “Quem nunca se incomodou com a lâmpada que sobressaia da luminária e deixava o ambiente pouco aconchegante?”, avalia Takeda. Para isso, a indústria se esforçou em desenvolver modelos compactos e até com bulbo arredondado, além da temperatura de cor amarela para aquecer o ambiente e permitir um detalhe arquitetônico. A existência de um reator acoplado permite o encaixe no soquete padrão, com uma vantagem no quesito substituição, mas preocupante quanto ao descarte devido à presença de gases nocivos.

O LED – Diodo Emissor de Luz – representa um passo à frente de todas estas tecnologias. Com uma durabilidade que pode chegar a 50 mil horas e economia de até 90%, o produto vem chamando a atenção do consumidor também por recursos como possibilidade de dimerização e de controle de cores, encaixe nos soquetes existentes sem a necessidade de adaptação e pela ausência de geração de calor. Também não emite raios ultravioleta nem infravermelhos, logo não desbota as cores dos objetos, e dispõe de modelos que podem aplicados em qualquer ambiente. A tecnologia vem evoluindo e o mercado já disponibiliza modelos com IRC de até 90%. Segundo Takeda, “o preço, que há pouco tempo representava um empecilho ao consumo, vem caindo drasticamente e deve diminuir ainda mais com o aumento da procura pelo produto, cujo consumo vem dobrando ano a ano”.

É importante o consumidor não só levar todas as variáveis em conta como calcular a economia ao escolher o modelo. “O LED dura até 50 vezes mais que a incandescente, mas não custa 50 vezes. O consumidor precisa entender que a economia de 90% que o LED proporciona no consumo de energia paga o investimento em pouco tempo e o resto significa redução de custo real com energia”, finaliza o executivo.

Sobre a Lâmpadas Golden
A Lâmpadas Golden é uma empresa de iluminação que atua no mercado brasileiro desde 1990, com vasta gama de produtos que atendem as normas técnicas nacionais em vigor para garantir os melhores níveis de eficiência energética. Seu Sistema de Garantia da Qualidade é certificado pela ISO 9001r. Seu portfolio de produtos, com mais de 613 itens nas tecnologias lâmpadas de halogênio, lâmpadas fluorescentes compactas e fluorescentes tubulares, lâmpadas de descarga (metálica, mista, mercúrio e sódio), acessórios, transformadores, refletores e fontes eletrônicas, além da linha de LED (Low Power, Ultra LED e Extreme LED) é voltado ao segmento comercial, industrial, doméstico, empresarial e de iluminação pública. A divisão LED se dedica exclusivamente ao aprimoramento da tecnologia e desenvolvimento de projetos para a área profissional e de licitação.

O Centro de Treinamento da Golden, criado em 2008, é referência na capacitação de profissionais que atuam na área de iluminação. Mais de 14,5 mil pessoas já passaram pelos cursos presenciais da Golden por todo o País. A empresa também é associada da Abilumi (Associação Brasileira de Importadores de Produtos para Iluminação) e membro do Green Building Council Brasil.

Revista Edificar com Assessoria de Comunicação.

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