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10 de set. de 2015

Estado Islâmico anuncia venda de reféns em revista oficial do grupo

Edição da publicação oficial do grupo, chamada Dabik, traz anúncios de prisioneiros com suas profissões e dados pessoais

"Refém norueguês à venda"; "refém chinês à venda". Pela primeira vez desde que proclamou a fundação de um califado em uma ampla área dentro dos territórios da Síria e do Iraque, no ano passado, o Estado Islâmico passou a comercializar oficialmente prisioneiros para quem quiser comprá-los.

Nas últimas páginas da 11ª edição da revista oficial do grupo, chamada "Dabiq", os terroristas publicaram o anúncio das vendas de dois prisioneiros, um norueguês e outro chinês. As chamadas trazem quatro fotos de cada um deles e detalhes como nome, profissão, dia e local de nascimento.

"Para aqueles que se preocupam com cruzados, pagãos e seus aliados, assim como àquilo que se referem como organizações de 'direitos' humanos: este prisioneiro foi abandonado por seu governo, que não quis pagar por sua liberdade. Quem quiser pagar o resgate para sua libertação e transferência, contate o endereço abaixo", dizem os textos, nos quais está disponível um número de telegrama para contatar o grupo, seguido pela mensagem "esta é uma oferta por tempo limitado".

Os prisioneiros à venda são o cientista político norueguês Ole Johan Grimsgaard-Ofstad, de 48 anos, nascido em Porsgrunn; e o consultor freelancer chinês Fan Jinghui, 50 anos, morador de Pequim, cidade onde também nasceu. Os valores oferecidos por cada um deles não foram divulgados.

Dabiq/Reprodução
Além da venda dos reféns – ameaçados de morte caso não tenham suas recompensas pagas –, a revista do Estado Islâmico traz detalhes sobre a destruição de sítios arqueológicos históricos e de suas violentas ações contra o que consideram "infiéis".

A página 22, por exemplo, traz como destaque a foto do menino encontrado morto em uma praia na Turquia, na semana passada, ilustrando um artigo cujo título é "O perigo de abandonar a casa do islã".



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