Hoje 20 de março, data em que é comemorada o Dia da Agricultura, foi marcado por luta e mobilizações para os trabalhadores e trabalhadoras rurais e organizações ligadas ao Fórum das Organizações da Sociedade Civil em Defesa da Agricultura Familiar e da Reforma Agrária. Elas realizaram durante toda manhã, uma mobilização simultânea que fechou rodovias em diversos pontos do estado, entre eles a saída de Soledade para Campina Grande na BR 230, o trevo da BR 104, que liga os municípios de Lagoa Seca, Lagoa Nova e esperança e também em Queimadas município do Agreste paraibano.
Numa ação articulada conjuntamente às organizações representativas dos agricultores e agricultoras e representantes de movimentos sociais, interditaram a passagem de veículos com carro de som, faixas, e panfletos manifestando indignação e denunciando o aumento crescente da violência no campo.
Durante essa ação articulada no estado pelo Direito à Segurança no Campo foram distribuídos panfletos aos motoristas explicando o objetivo da mobilização e chamando a atenção da sociedade para o problema que está expulsando as famílias do campo e comprometendo a agricultura familiar.
De acordo com o CENTRAC uma das entidades da ASA Paraíba presente na ação de Soledade a insuficiência de recursos destinados à segurança pública para 2012, com redução de 12,89% em relação aos recursos autorizados em 2011 o que representa R$ 8,3 bilhões o que corresponde a apenas 0,57% do orçamento de 2012 poderá agravar ainda mais os elevando índices de violência do campo e nas cidades. Além da diminuição dos recursos destinados a Segurança Pública o CENTRAC chama também a atenção para redução de investimentos no combate à violência contra a mulher enfatizando que os planos orçamentários estão cada vez mais modestos nessas áreas, o que vai na contramão do que é necessário para o enfrentamento de todas as formas de violência.
O CENTRAC entende ainda que torna-se urgente a necessidade do governo estadual construir de forma participativa um Plano Estadual de Segurança Pública, de forma que seu conjunto de ações objetive coibir a violência rural e urbana, mas também contenha ações de prevenção, enfrentamento ao crime organizado, além de combate à violência doméstica e de gênero que no Estado tem indicadores alarmantes.
Em Soledade o Coletivo Regional das Organizações de Agricultura Familiar do Cariri, Curimataú e Seridó Paraibano com o apoio do CENTRAC e Patac se organizaram de forma que a passagem de veículos fosse fechada e liberada parcialmente em intervalos regulares. Já no trevo da BR 104, que liga os municípios de Lagoa Seca, Lagoa Nova e esperança os manifestantes exigiram a presença das autoridades da Segurança Pública Estadual para liberar o tráfego. O comandante do 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM), coronel José Ronaldo, responsável pela segurança de Campina Grande e mais de 36 municípios, esteve no local representando o Secretário de Estado da Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima. Ele recebeu uma pauta de reivindicações do Fórum e se comprometeu a, nos próximos dias, agendar uma reunião entre uma comissão do Fórum e o Secretário para estudar como atender à pauta entregue pelos manifestantes. Entre as reivindicações estão a implantação de um policiamento rural efetivo, aumento do contingente nas cidades onde se registra o maior número de ocorrências no campo, um serviço de inteligência capacitado para atuar na zona rural, criação de uma delegacia especializada em crimes cometidos no campo e outras.
Numa ação articulada conjuntamente às organizações representativas dos agricultores e agricultoras e representantes de movimentos sociais, interditaram a passagem de veículos com carro de som, faixas, e panfletos manifestando indignação e denunciando o aumento crescente da violência no campo.
Durante essa ação articulada no estado pelo Direito à Segurança no Campo foram distribuídos panfletos aos motoristas explicando o objetivo da mobilização e chamando a atenção da sociedade para o problema que está expulsando as famílias do campo e comprometendo a agricultura familiar.
De acordo com o CENTRAC uma das entidades da ASA Paraíba presente na ação de Soledade a insuficiência de recursos destinados à segurança pública para 2012, com redução de 12,89% em relação aos recursos autorizados em 2011 o que representa R$ 8,3 bilhões o que corresponde a apenas 0,57% do orçamento de 2012 poderá agravar ainda mais os elevando índices de violência do campo e nas cidades. Além da diminuição dos recursos destinados a Segurança Pública o CENTRAC chama também a atenção para redução de investimentos no combate à violência contra a mulher enfatizando que os planos orçamentários estão cada vez mais modestos nessas áreas, o que vai na contramão do que é necessário para o enfrentamento de todas as formas de violência.
O CENTRAC entende ainda que torna-se urgente a necessidade do governo estadual construir de forma participativa um Plano Estadual de Segurança Pública, de forma que seu conjunto de ações objetive coibir a violência rural e urbana, mas também contenha ações de prevenção, enfrentamento ao crime organizado, além de combate à violência doméstica e de gênero que no Estado tem indicadores alarmantes.
Em Soledade o Coletivo Regional das Organizações de Agricultura Familiar do Cariri, Curimataú e Seridó Paraibano com o apoio do CENTRAC e Patac se organizaram de forma que a passagem de veículos fosse fechada e liberada parcialmente em intervalos regulares. Já no trevo da BR 104, que liga os municípios de Lagoa Seca, Lagoa Nova e esperança os manifestantes exigiram a presença das autoridades da Segurança Pública Estadual para liberar o tráfego. O comandante do 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM), coronel José Ronaldo, responsável pela segurança de Campina Grande e mais de 36 municípios, esteve no local representando o Secretário de Estado da Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima. Ele recebeu uma pauta de reivindicações do Fórum e se comprometeu a, nos próximos dias, agendar uma reunião entre uma comissão do Fórum e o Secretário para estudar como atender à pauta entregue pelos manifestantes. Entre as reivindicações estão a implantação de um policiamento rural efetivo, aumento do contingente nas cidades onde se registra o maior número de ocorrências no campo, um serviço de inteligência capacitado para atuar na zona rural, criação de uma delegacia especializada em crimes cometidos no campo e outras.

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