Na tarde desta terça-feira, o deputado Romário (PSB-RJ) voltou a
acionar sua metralhadora. Ele anunciou no plenário da Câmara a meta de
instaurar uma CPI para investigar denúncias de fraudes e desvios de
dinheiro na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Para protocolar o
requerimento, ele precisa colher pelo menos 171 assinaturas dos
parlamentares.Leia também: Romário quer investigação sobre COB e Comitê Rio 2016
O primeiro a apoiar Romário foi o presidente da sessão, Marçal Filho
(PMDB-MS). No centro do plenário, ele anunciou que faria questão de
assinar. Em seguida, Romário partiu para o corpo a corpo, entregando o
documento para os poucos parlamentares presentes. "O que motiva são
contratos fantasmas com a TAM e com certeza com outras empresas; o
presidente atual, José Maria Marin, pagar salário para o anterior -
Ricardo Teixeira - sem comprovar a prestação de serviço. São vários
assuntos", disse Romário.
Leia também: Romário - cheio de rolos - é convocado a ajudar a seleção
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Os acordos com a TAM citados por Romário foram denunciados no final de outubro, pelo jornal Folha de S. Paulo:
.o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, estaria favorecendo um amigo
ao indicar a empresa dele, o Grupo Águia, para receber as cotas de
patrocínio firmados entre a TAM e a CBF. O contrato entre ambos foi
rompido após a reportagem.
Com a Copa do Mundo no Brasil batendo à porta, Romário reconhece a dificuldade de instaurar uma CPI, pois outros pedidos aguardam aprovação. "Temos dez propostas na frente. E, mesmo se conseguir as assinaturas, não é algo que acontece da noite para o dia.”
Com a Copa do Mundo no Brasil batendo à porta, Romário reconhece a dificuldade de instaurar uma CPI, pois outros pedidos aguardam aprovação. "Temos dez propostas na frente. E, mesmo se conseguir as assinaturas, não é algo que acontece da noite para o dia.”
Com Veja
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